Gentem...
Só mesmo esse homens, masculinos, de sexo frágil pra se constrangerem com um nome tão natural quanto ao da nossa tribo!
Após muita tristeza de ver o Wilson voltando pro seu povo, tenho a notícia de que esses machos do caralho frouxo (uns literalmente, outros não) não gostam do nosso nome!!!
Bom, eu acredito que ele seja super natural. Não vejo problemas pois, afinal, quem de nós (literalmente ou não) nunca tomou um taco no cú?
Essa é pra se pensar...
Mas, se o motivo da mudança for para ficarmos rica com essa ferramenta, eu concordo...
Agora a votação deve começar com esses homens, sim, esses constragidos pelo nosso nome!
Façam uma enquete com eles, mas vale lembrar que o tempo da inocência da "Pantera cor-de-rosa" e "Clube da Luluzinha" acabou e os tempos mudaram!
Somos mulheres de taco na mão e muito amor no coração.
Abrimos aqui oficialmente, além de todos os assuntos que temos, a discussão para nosso novo nome! Todas de acordo?
Bjos no CUração...
P.S.: ai, só uma deixa pra música que veio agora na minha cabeça... Viva Pepeu...
"Ser um homem feminino
Não fere meu lado masculino
Se Deus é menina e menino
Sou masculino e feminino"
Matilde
segunda-feira, 16 de julho de 2007
sexta-feira, 13 de julho de 2007
MUDANÇA
Gostaria de fazer um comunicado à comunidade TACONOCU:
- recebi alguns comentários acerca do nome do blog. Isso mesmo! Um nome tão singelo não deveria causar constrangimento, no entanto algumas pessoas do sexo masculino ficaram um pouco inibidas quando avisadas que existia um blog com esse nome onde a maioria dos integrantes eram mulheres.
Sendo assim, gostaria de levar isso ao conselho da comunidade TACONOCU para votação:
O nome do blog deve mudar? Sim ou não?
Por quê?
Se sua resposta for sim, qual nome vc sugere?
Por quê?
Se sua resposta for não.
Por quê?
Obrigada
Atenciosamente
ps. ainda não escolhi meu pseudônimo, posso fazer uma votação?
- recebi alguns comentários acerca do nome do blog. Isso mesmo! Um nome tão singelo não deveria causar constrangimento, no entanto algumas pessoas do sexo masculino ficaram um pouco inibidas quando avisadas que existia um blog com esse nome onde a maioria dos integrantes eram mulheres.
Sendo assim, gostaria de levar isso ao conselho da comunidade TACONOCU para votação:
O nome do blog deve mudar? Sim ou não?
Por quê?
Se sua resposta for sim, qual nome vc sugere?
Por quê?
Se sua resposta for não.
Por quê?
Obrigada
Atenciosamente
ps. ainda não escolhi meu pseudônimo, posso fazer uma votação?

WILSON
Eu bem sei que a história do Wilson foi marcante para todos que acompanham a saga deste blog, mas devo dizer que por motivo de força maior ele não se encontra mais com a gente.
Não, ele não morreu!
Aquela pele negra, aqueles olhinhos esbugalhados e aquela "beiçolinha" se juntou aos seus em outro continente e manda um abraço a todas (os) aqueles que nunca o esquecerão.
Adeus, Wilson.


O MAIS NOVO CASAL DE SPRINGFIELD
Eiiii laia
agora que descobri como se escreve neste negócio de blog não vou parar mais, vixe maria!
Matilde, depois que eu li o "Segredo" minha querida, ninguém me segura, quero ficar rica logo logo por isso estou direcionando minha "mente' (fértil, claro!) para que esse blog renda muitos lucros, é só uma questão de tempo.
Bom, na verdade o motivo da minha visitinha foi para responder aos váriossssss e-mails dizendo que depois da festança do "Fondue" (escrevi certo dessa vez?) os únicos que não apareceram nas fotos foram os anfitriões, estou aqui para mostrar a cara. Foi só uma questão de timidez, mas já que todos insistem, aqui estamos nós.
criado-mudo
Criado-mudo
Em outubro faz um ano que moro sozinha e confesso que quando mudei não pensava em ter um criado-mudo, não que não quisesse, simplesmente não lembrava que essa peça existia. Meses passaram, cama, sofá, cozinha, banheiro, sala, banquinhos, cadeiras, som, dvd, tv, cortinas, vasos, plantas, quase tudo ali. E nada do criado-mudo.
Até que meu namorado sugeriu: você não quer levar um dos criados-mudos pra sua casa? Queria ter visto minha cara de interrogação… Aceitei pra não fazer desfeita. Já que certa vez disse que os criados-mudos em questão eram feios. Ouvi uma dissertação sobre eles, lindos móveis da década de 50, em Madeira xyz, design chambers e sei lá mais o que. OK. Feio ou não foi parar lá em casa. Esse fica do lado da cama dele…. Nada pessoal.
O meu lado não podia ficar desfalcado. Fui a casa de mamãe, peguei meu querido criado-mudo, criado comigo desde a infância. Já foi branco, verde, preto, creminho…. Em uma de minhas alucinações, achei que sozinha poderia remover todas aquelas camadas de tinta e história e começar uma nova fase ao lado dele. Ótimo companheiro. Nunca reclama e tá sempre me esperando no quarto, não importa o horário ou o estado que eu chegue.
Ele é simples, retangular, sem design, puxadores ou rococós. É o que é. Queria pintar de branco e colorir as duas gavetas. O branco ficou ótimo. Depois, misturei umas tintas que estavam na oficina de garagem do meu pai, no potinho parecia um vermelho meio envelhecido, fosco. Uhu! Gostei. Pintei as gavetas… ficaram cor de rosa… a última cor que eu queria na minha casa. Rosa é coisa de menininha…. Não posso mais ser menininha, eu troco até o gás…
Como tinha pressa em igualar o meu lado da cama levei pra casa assim mesmo. Quando estava chegando com aquela bela peça, encontrei uma vizinha, a de baixo. Não tardou em começar a conversa de elevador e ela logo perguntou: Foi você que pintou? Acabou comigo…. Quem ela pensa que é? Nem me conhece e não ficou assim tão ruim. Me vinguei dela, com uma festa lá em casa….
Vizinhas a parte, coloquei ali, do meu lado da cama. Pra ficar mais importante que o outro a luminária fica sobre ele. Do outro lado tem uma foto, um incenssário com umas pulseiras em cima. Nem gaveta tem, só uma portinha pra empilhar alguns livros, bloquinho, caneta e minha pílula. O outro não. Ah… o meu. No meu lado está a luz, cartões e bilhetes do dono do outro criado. Nas gavetas, mais bilhetes, cartões, um chiquérrimo saca rolhas e camisinha. Sim além da luz eu também tenho as camisinhas em meu poder. Na gaveta de baixo, os próximos livros da fila, pilhas, cigarro, uma foto minha que ficou terrível mas nem tanto, por isso tenho dô de jogar fora. Uma latinha que meu irmão pintou pra mim, uma escova dessas de sapato, um leque, um disfarce daqueles com óculos e bigode de plástico, tem também uma espécie de pastinha com santinhos e orações. O meu criado-mudo é muito mais consistente, importante e imponente. Naquele branco com cor de rosa, que não orna com nada. Mas é o meu. Eu que fiz.
Ao alcance da mão está o livro atual: Risíveis Amores – Milan Kundera. Ganhei no dia dos namorados depois de terminar com meu atual e futuro namorado. Um ótimo livro pra quem quer rir de si mesmo, se reconhecer em contos e perceber esses jogos criados inconscientemente pra se divertir.
De qualquer forma a casa é minha e o criado-mudo dele não pode ser mais importante, maior ou imponente que o meu. Por enquanto tá resolvido, mas logo, logo ele vai pra lá… aí eu quero ver. O criado-mudo da casa dele é praticamente uma cômoda anã. Vai ficar maior que o meu e ele vai querer dominar a luz e as camisinhas. Eu, com plena consciência de estar sendo manipulada, vou esquecer minha louca disputa, puxar a cama mais pra cá pro criado dele entrar, talvez o meu vá para o pé da cama e o outro, menorzinho, só com a portinha, vire meu e fique bem ali a meu lado. Graças ao Kundera vou adorar e um dia ainda conto essa história pro namorado, bem ali entre todos esses criados-mudos.
bjo, creunice
Em outubro faz um ano que moro sozinha e confesso que quando mudei não pensava em ter um criado-mudo, não que não quisesse, simplesmente não lembrava que essa peça existia. Meses passaram, cama, sofá, cozinha, banheiro, sala, banquinhos, cadeiras, som, dvd, tv, cortinas, vasos, plantas, quase tudo ali. E nada do criado-mudo.
Até que meu namorado sugeriu: você não quer levar um dos criados-mudos pra sua casa? Queria ter visto minha cara de interrogação… Aceitei pra não fazer desfeita. Já que certa vez disse que os criados-mudos em questão eram feios. Ouvi uma dissertação sobre eles, lindos móveis da década de 50, em Madeira xyz, design chambers e sei lá mais o que. OK. Feio ou não foi parar lá em casa. Esse fica do lado da cama dele…. Nada pessoal.
O meu lado não podia ficar desfalcado. Fui a casa de mamãe, peguei meu querido criado-mudo, criado comigo desde a infância. Já foi branco, verde, preto, creminho…. Em uma de minhas alucinações, achei que sozinha poderia remover todas aquelas camadas de tinta e história e começar uma nova fase ao lado dele. Ótimo companheiro. Nunca reclama e tá sempre me esperando no quarto, não importa o horário ou o estado que eu chegue.
Ele é simples, retangular, sem design, puxadores ou rococós. É o que é. Queria pintar de branco e colorir as duas gavetas. O branco ficou ótimo. Depois, misturei umas tintas que estavam na oficina de garagem do meu pai, no potinho parecia um vermelho meio envelhecido, fosco. Uhu! Gostei. Pintei as gavetas… ficaram cor de rosa… a última cor que eu queria na minha casa. Rosa é coisa de menininha…. Não posso mais ser menininha, eu troco até o gás…
Como tinha pressa em igualar o meu lado da cama levei pra casa assim mesmo. Quando estava chegando com aquela bela peça, encontrei uma vizinha, a de baixo. Não tardou em começar a conversa de elevador e ela logo perguntou: Foi você que pintou? Acabou comigo…. Quem ela pensa que é? Nem me conhece e não ficou assim tão ruim. Me vinguei dela, com uma festa lá em casa….
Vizinhas a parte, coloquei ali, do meu lado da cama. Pra ficar mais importante que o outro a luminária fica sobre ele. Do outro lado tem uma foto, um incenssário com umas pulseiras em cima. Nem gaveta tem, só uma portinha pra empilhar alguns livros, bloquinho, caneta e minha pílula. O outro não. Ah… o meu. No meu lado está a luz, cartões e bilhetes do dono do outro criado. Nas gavetas, mais bilhetes, cartões, um chiquérrimo saca rolhas e camisinha. Sim além da luz eu também tenho as camisinhas em meu poder. Na gaveta de baixo, os próximos livros da fila, pilhas, cigarro, uma foto minha que ficou terrível mas nem tanto, por isso tenho dô de jogar fora. Uma latinha que meu irmão pintou pra mim, uma escova dessas de sapato, um leque, um disfarce daqueles com óculos e bigode de plástico, tem também uma espécie de pastinha com santinhos e orações. O meu criado-mudo é muito mais consistente, importante e imponente. Naquele branco com cor de rosa, que não orna com nada. Mas é o meu. Eu que fiz.
Ao alcance da mão está o livro atual: Risíveis Amores – Milan Kundera. Ganhei no dia dos namorados depois de terminar com meu atual e futuro namorado. Um ótimo livro pra quem quer rir de si mesmo, se reconhecer em contos e perceber esses jogos criados inconscientemente pra se divertir.
De qualquer forma a casa é minha e o criado-mudo dele não pode ser mais importante, maior ou imponente que o meu. Por enquanto tá resolvido, mas logo, logo ele vai pra lá… aí eu quero ver. O criado-mudo da casa dele é praticamente uma cômoda anã. Vai ficar maior que o meu e ele vai querer dominar a luz e as camisinhas. Eu, com plena consciência de estar sendo manipulada, vou esquecer minha louca disputa, puxar a cama mais pra cá pro criado dele entrar, talvez o meu vá para o pé da cama e o outro, menorzinho, só com a portinha, vire meu e fique bem ali a meu lado. Graças ao Kundera vou adorar e um dia ainda conto essa história pro namorado, bem ali entre todos esses criados-mudos.
bjo, creunice
Passada a ressaca
É incrível a facilidade e o dom que temos de falar... É absurdamente incrível como numa pequena reunião regada a muito vinho, temos aquela diarréia verbal. Inivitável, linda, fantástica e brilhante... Daquelas diarréias que quando alguém relembra algum dos seus comentários, a sua cara se tranforma na boca do cano do desarranjo: um cú!
E passada a ressaca, vêm as grandes idéias. Por exemplo, o Wilson. O melhor representante afro-sulamericano mirim pode virar um daqueles bichinhos feios e caríssimos. Já pensaram nisso? Entraríamos no mercado da toy art e venderíamos muito. Ficaríamos ricas as custas do belo menino assutado.
Outra idéia brilhante foi esse blog, que pós-ressaca de muita cerveja, resolvemos por no ar. Vamos escrever muito, e muito bem, até lançarmos um livro, termos a crise do segundo e ganharmos dinheiro, além de fama, com um site com espaços publicitários e entrevista no Jô! Oh God!
Meninas, precisamos beber mais e ter mais diarréias verbais para colocarmos nossas grandes idéias criativas em ação após a ressaca, porque além do prazer dos nossos encontros e enlouquecimento dos nossos machos, ficaremos ricas e famosas...
Todo caminho leva ao dinheiro, ao estrelato, às bebedeiras e à nossa bela amizade.
Matilde
E passada a ressaca, vêm as grandes idéias. Por exemplo, o Wilson. O melhor representante afro-sulamericano mirim pode virar um daqueles bichinhos feios e caríssimos. Já pensaram nisso? Entraríamos no mercado da toy art e venderíamos muito. Ficaríamos ricas as custas do belo menino assutado.
Outra idéia brilhante foi esse blog, que pós-ressaca de muita cerveja, resolvemos por no ar. Vamos escrever muito, e muito bem, até lançarmos um livro, termos a crise do segundo e ganharmos dinheiro, além de fama, com um site com espaços publicitários e entrevista no Jô! Oh God!
Meninas, precisamos beber mais e ter mais diarréias verbais para colocarmos nossas grandes idéias criativas em ação após a ressaca, porque além do prazer dos nossos encontros e enlouquecimento dos nossos machos, ficaremos ricas e famosas...
Todo caminho leva ao dinheiro, ao estrelato, às bebedeiras e à nossa bela amizade.
Matilde
quinta-feira, 12 de julho de 2007
SUPER FANTÁSTICAS AMIGAS
Quero dizer que essas meninas, que carregam alguns de seus meninos mundo afora, são simplesmente fantásticas.
A companhia deste grupo é algo ímpar e que somente assim seria capaz de gerar um ataque de riso coletivo e virtual à distância.
Sim, amigos isso aconteceu. E foi durante a combinação dos preparativos para o citado Fondue, que como já sabem não aconteceu.
A alteração do cardápio sem prévio aviso por parte dos convidados foi mera e inconsciente armação para desencadear a série de pesadelos que assola a mente da anfitriã em questão, gerando assim uma inevitável necessidade de nos encontrarmos novamente a fim de concretizar a profecia do creme caindo na cabeça.
Algo fácil de coordenar considerando que já temos um casal de anfitriões, 4 banquinhos e 5 taças de vinho. Tudo vindo diretamente do "mais barato, mais barato Extraaaa".
Assim fica mole mole, é só a gente ver quem tem as panelinhas de fondue, o richô, quem leva o fondue, os pães, quem sabe fazer o fondue de chocolate e levar umas frutas e claro os vinhos...ufa!
Nada que uma semana inteira de e-mails não resolva.
Ia me atrever a sugerir o tal cardápio para este final de semana, mas não ouso, pois não teríamos os míseros 7 dias para organizar as marmitas. Quem sabe para o evento de amigo-secreto?
Enfim, o tal queijo e vinho trouxe mesmo uma série de surpresas, a começar pelos queijos e vinhos.
Quando menos percebemos tudo virou arte. Arte do termo bagunça, arte do termo fotografia, arte do termo travessura, arte do termo fumaça, arte do termo expressão livre de todo e qualquer sentimento ou sensação momentâneos.
Disse fumaça?
Claro, não se pode deixar de citar o inacreditável fumacê naquele hospitaleiro apartamento. Fomos capazes de gerar fumaça o suficiente para dar inveja às mais modernas máquininhas de gelo seco para boates. O perfume inebriante de nicotina deve estar cravado no fundo das fibras dos tecidos das roupas de cada um até o presente momento. Mesmo após qualquer número de lavagens em casa, a seco ou em lavanderias especializadas.
Voltando as surpresas, o que mais poderia surpreender aquela trupe de malucos? Engana-se quem respondeu "nada". A surpresa mais grata de todas apareceu num pequeno visor de cristal líquido, bem no meio de uma máquina fotográfica.
Heis que surge: Wilson.
O pequeno, simpático, esbugalhado e sentadinho....Wilson.
E aqui fica um recadinho para ele:
_ "Wilson querido, apesar de não nos conhecermos pessoalmente é importante para cada uma de nós dividir com você a importante participação da sua imagem em nosso encontro. Num estalar de tecnologia, em fração de segundos, logo estavam todos os rostos carimbados do mais ingênuo e puro sorriso. E é por isso, Wilson, que vc será sempre bem-vindo no clã das SUPER FANTÁSTICAS AMIGAS"
Voilá
Morgana
A companhia deste grupo é algo ímpar e que somente assim seria capaz de gerar um ataque de riso coletivo e virtual à distância.
Sim, amigos isso aconteceu. E foi durante a combinação dos preparativos para o citado Fondue, que como já sabem não aconteceu.
A alteração do cardápio sem prévio aviso por parte dos convidados foi mera e inconsciente armação para desencadear a série de pesadelos que assola a mente da anfitriã em questão, gerando assim uma inevitável necessidade de nos encontrarmos novamente a fim de concretizar a profecia do creme caindo na cabeça.
Algo fácil de coordenar considerando que já temos um casal de anfitriões, 4 banquinhos e 5 taças de vinho. Tudo vindo diretamente do "mais barato, mais barato Extraaaa".
Assim fica mole mole, é só a gente ver quem tem as panelinhas de fondue, o richô, quem leva o fondue, os pães, quem sabe fazer o fondue de chocolate e levar umas frutas e claro os vinhos...ufa!
Nada que uma semana inteira de e-mails não resolva.
Ia me atrever a sugerir o tal cardápio para este final de semana, mas não ouso, pois não teríamos os míseros 7 dias para organizar as marmitas. Quem sabe para o evento de amigo-secreto?
Enfim, o tal queijo e vinho trouxe mesmo uma série de surpresas, a começar pelos queijos e vinhos.
Quando menos percebemos tudo virou arte. Arte do termo bagunça, arte do termo fotografia, arte do termo travessura, arte do termo fumaça, arte do termo expressão livre de todo e qualquer sentimento ou sensação momentâneos.
Disse fumaça?
Claro, não se pode deixar de citar o inacreditável fumacê naquele hospitaleiro apartamento. Fomos capazes de gerar fumaça o suficiente para dar inveja às mais modernas máquininhas de gelo seco para boates. O perfume inebriante de nicotina deve estar cravado no fundo das fibras dos tecidos das roupas de cada um até o presente momento. Mesmo após qualquer número de lavagens em casa, a seco ou em lavanderias especializadas.
Voltando as surpresas, o que mais poderia surpreender aquela trupe de malucos? Engana-se quem respondeu "nada". A surpresa mais grata de todas apareceu num pequeno visor de cristal líquido, bem no meio de uma máquina fotográfica.
Heis que surge: Wilson.
O pequeno, simpático, esbugalhado e sentadinho....Wilson.
E aqui fica um recadinho para ele:
_ "Wilson querido, apesar de não nos conhecermos pessoalmente é importante para cada uma de nós dividir com você a importante participação da sua imagem em nosso encontro. Num estalar de tecnologia, em fração de segundos, logo estavam todos os rostos carimbados do mais ingênuo e puro sorriso. E é por isso, Wilson, que vc será sempre bem-vindo no clã das SUPER FANTÁSTICAS AMIGAS"
Voilá
Morgana
quarta-feira, 11 de julho de 2007
FONDUE - PARTE II: A brincadeira do Cuspi
Como eu não consegui falar de todos os pontos que cercaram o dia D em casa, resolvi escrever em tópicos, assim fica mais fácil compreender esse complicado mecanismo que envolve uma grande amizade.
Isso, porque só por muita amizade a gente paga "micos' e mais "micos" nesta tão árdua vida.
E aqui está um deles: a "brincadeira do cuspe". Trata-se de uma brincadeira muito peculiar, destinada a interação entre as pessoa envolvidas e uma boa dose de, como eu poderia dizer, coragem, isso coragem, para passar por cima de algumas "coisas' que ao longo da sua vida você acaba considerando de uma certa forma "nojentas" como lidar com o "cuspe alheio", por exemplo.
Serei mais didática: a amiga (que se intitula como tal) escreve um nome (de um amigo, pessoa famoso, bicho, o que vier em sua cabeça) e gruda esse papelzinho escrito com coisas geralmente absurdas em sua testa. E ai que se encontra o "cuspe', ou como vc acha que esse singelo papelzinho irá "grudar" na sua testa?. Não, não podemos usar "super bonder" nesta brincadeira, é proibido!
E aqui está a prova.
FONDUE
Enfim, eu que sou uma pessoa simples, criada totalmente sem "luxos", me deparei com um cardápio novo: um tal de founde. A idéia não foi minha, claro! Foi de umas amigas bacanas que eu tenho e que de vez em quando vão me visitar em casa. Não, não estou doente, isso tudo é apego! Elas vão porque gostam de mim e do meu marido, que apesar de não beber e não falar (só um palavrãozinho aqui, outro ali de vez em quando, com a calma de um tibetano) faz o maior sucesso e é presença sempre bem vinda.
Bom, onde eu estava mesmo, ai no "fondue", pois bem chegou o grande dia: todos vieram trazendo suas sacolinhas do supermercado, da padaria, muitos vinhos, muitos queijos. Mas, e o fondue?
Isso mesmo, não houve fondue, simplesmente levaram um monte de queijos e ficamos comendo e bebericando vinhos e mais vinhos. E eu, desde então, tenho sonhos avassaladores com um um creme de queijo gigante caindo na minha cabeça, mas isso fica para uma outra história, aqui estão algumas fotinhos das pessoas más que não fizeram o famigerado FONDUE no dia do encontro lá em casa.
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