sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

Parmeggiana

Por Matilde

Hoje eu me peguei em uma cena ridícula: dava pulinhos e berrava no meio da sala onde trabalho. Um xilique qualquer por mais um motivo imbecil qualquer dos estresses cotidianos do meu ganha pão.
O pior de tudo é que todos os prazeres da gula adquiridos em um agradável almoço de sexta-feira pularam comigo.
Conclusão: além de prestar o papel de ridícula no meio de todos os companheiros de jornada, quase gorfei no carpete.
Onde eu quero chegar com essa história? Que se eu continuar assim, não terei vida longa, pelo contrário, minha passagem nesse plano será breve! Nada vale a pena nessa vida!
Eu fico aqui, nos meus surtos insanos, acrobáticos e caóticos enquanto outro alguém aproveita a vida por mim...
Tudo vai continuar... e eu queria ser o parmeggiana do meu almoço, que tem a vida mais longa de uma refeição que eu conheço. 20h00 e ele ainda não digeriu...

3 comentários:

Unknown disse...

Ah....pobre bife a parmeggiana....e pobre Matilde, espero que já o tenha digerido. Quero ir comer um também. Me deu vontade. Que tal com um pãozinho francês com maionese caseira de entrada, heim? Nossa! Com certeza íamos nos entupir do pão com a maionese e o bife ia acabar virando um mero coadjuvante....Bons tempos esses, heim?

Unknown disse...

Olha, não consigo me logar....e não estou entendendo como funciona! Alguém?

Tribo Taconocú disse...

Minha cara Maria Clara...
As sensações gastrônomicas, principalmente essas bem leves e pouco gordurosas, são as que mais me apetecem! Aliás, a quem de nós não apetece?
Quanto ao login do blog, sentaremos todas juntas e farei um intensivão pra que todas possamos nos divertir com essa maravilhosa ferramenta tecnológica... Não é feitiçaria, é tencologia...
E que esse intensivão ocorra em breve, e se possível, na mesa do bar mais próximo.
Nos falamos baby!
Matilde